Recebi a pouco um e-mail resposta de uma amiga, só então percebi um erro grosseiro de ortografia =( rs, pena que não temos aquelas carinhas do msn, pois certamente colocaria uma com bochechas vermelhas... de vergonha!! rs, que sirva de lição!! "lisonJear ---> com j" ;o)
Meu dia começou bem.... as 6:00hs já estava acordada (que preocupações podem ter uma mulher de trinta anos, na flor da idade...rs que a façam acordar mais cedo do que o necessário?),começou a chover no caminho da Unidade e quando cheguei, pelo menos 15 minutos mais cedo do que de costume, já haviam pacientes me aguardando, soube que o dia seria "daqueles".... rs! Nestes dias é que percebo que fazemos muito mais do que recebemos, isso provoca uma incomoda sensação de desvalorização profissional! A única coisa que vale a pena, nas raras vezes que acontece, é ouvir do próprio usuario SUS que você é um bom profissional! E olha que eu sei bem o que nós (digo pela minha classe) fazemos para o diagnóstico mais detalhado, pelo tratamento mais efetivo, pela prevenção, etc, etc, etc... Além de tudo, como disse a Fga. Marília, minha amiga, publicamos artigos, enviamos trabalhos aos congressos e ainda assim, não conseguimos uma remuneração adequada. É triste! Pior é sermos apaixonadas pelo Serviço Público e não querermos ser "funcionários públicos" na condição mais deteriorada do termo!
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2 comentários:
Fabiana
Adorei o que vc escreveu sobre a maneira como os homens dizem que não estão a fim, tb adorei o poema...Mas, será que só os homens agem assim? Será que essa dificuldade em estar junto, encarar uma relação não é no fundo a visão de uma carência insustentável que estamos vivendo, onde procuramos no outro exatamente aquilo que nos falta na expectativa de que temos aquilo que lhe falta?...Nos vemos como metade e enxergamos nossos possíveis afetos também como metade...Na minha opinião singela, fico com aquela velha frase: Ninguém pode dar aquilo que não tem...Nos dias atuais pensamos como máquinas, vivemos como máquinas e nos esquecemos que ainda sentimos como seres humanos...e a cada nova desiluão, decepção, perda sofremos pelo nosso próprio sentimento, pela energia que depositamos na pessoa "escolhida"...Na verdade ainda temos a expectativa de vivermos um amor como o de Romeu e Julieta, Tristão e Isolda...O amor romântico que há séculos foi incutido em nosso inconsciente coletivo de maneira que não compreendemos outra forma de amar que não seja aquela..e enfim, seguimos como cinderelas e sapos à procura de alguém que se aproxime para nos salvar das garras da "Vida" que nesse caso se tornou a grande madrasta...Mas são nesses erros e acertos que descobrimos em nós a capacidade de amar e principalmente ser amado...Coisas que só o tempo nos fará compreender....
Bjs.
:) É Gilson, você tem toda a razão... Queremos viver "contos de fadas" e qdo nos deparamos com situações que podem ser assim...temos MEDO! Nos julgamos "não" merecedores disso... ainda bem que a VIDA sempre sabe o que faz! Obrigado por todas as suas palavras...
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